segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Jazz alagoano tem um novo point

Na quarta-feira, a banda Nou Jazz será a atração do Rex Jazzbar



O cenário musical alagoano está ainda mais rico. O estado, que já é rico em cultura popular, a cada dia ganha novos talentosos artistas e espaços com atrações variadas. Recentemente, um estilo musical não muito conhecido nessa região tem ganhado espaço.
Criado pelos negros pobres do sul dos Estados Unidos, o jazz chegou aos poucos em Alagoas. Agora, até já existe a “zona do jazz”, no Rex Jazzbar. O local começou recebendo os veteranos do estilo em Maceió, a exemplo do baterista Carlos Bala, o guitarrista Ricardo Lopes e o baixista Van Silva.
Nesta próxima quarta-feira (29), o simpático bar vai receber o quinteto instrumental formado pelos jovens músicos Artur Pontes (sax), Emerson Damasceno (baixo), Felipe Burgos (guitarra), Heleno Silva (bateria) e Victor Borges (teclado), que formam a banda Nou Jazz. Dessa vez, o guitarrista veterano Ricardo Lopes fará participação especial.

Victor Borges, Artur Pontes, Heleno Silva, Felipe Burgos e Emerson Damasceno
(Da esquerda para direita). Foto: Lara Tapety

A Nou Jazz foi criada pelo saxofonista Artur Pontes, formado em música pela Universidade Federal de Alagoas. A ideia do grupo é levar ao público canções popularmente conhecidas, porém, com o requinte de harmonização do jazz. Ou seja, a banda tenta dialogar com a realidade sociocultural alagoana e brasileira e, ao mesmo tempo, transformá-la. Isto porque possibilita o acesso à manifestação artística da melhor qualidade através de composições famosas.
O repertório, alterado todos os shows, está cheio de composições nacionais e internacionais. Entre as versões a ser interpretadas no Rex Jazzbar estão aquelas de artistas como Djavan, Tom Jobin, Pink Floyd, Dire Straits e Chick Corea.

Banda Nou Jazz em show na Mojubá Petiscaria Baiana. Foto: Lara Tapety

A banda assumiu o compromisso em apoiar a causa em defesa dos animais. Em todas as apresentações, a Nou Jazz divulga o Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa).
O show começa a partir das 20h no Rex Jazzbar, localizado na Praça do Rex, Rua Antônio Mendonça, Pajuçara.




SERVIÇO:
Show da Banda Nou Jazz
Onde? Rex Jazzbar – Praça do Rex, Rua Antônio Mendonça, Pajuçara
Quando? Quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Horário? 20h
Couvert Artístico? R$6,00
Realização: Projeto Nou Jazz
Outras informações: (82) 9638-9200 / (82) 3324-1979 – Artur Pontes (Nou Jazz)
                              (82) 9330-2880 – Hélvio Gama (Rex Jazzbar)
                                      www.noujazz.com



Por Lara Tapety – Jornalista (SRTE/AL nº1340)
Assessoria de imprensa – Projeto Nou Jazz
(82) 9672-8660 / (82) 8874-0485

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Quinteto instrumental Nou Jazz toca na Mojubá





Nesta próxima quinta-feira (23), a partir das 20h, o quinteto instrumental formado pelos músicos Artur Pontes (sax), Emerson Damasceno (baixo), Felipe Burgos (guitarra), Heleno Silva (bateria) e Victor Borges (teclado) volta a fazer show na Mojubá, a nova petiscaria baiana localizada na Jatiúca.

O repertório conta com músicas nacionais e internacionais, de artistas como Djavan, Tom Jobim, João Bosco, Michael Jackson, Beatles, Pink Floyd e Sade.

A Mojubá é situada na Rua Dep. Luiz Gonzaga Coutinho, 186, Jatiúca, Maceió-AL, próxima à Chooparia Alagoana.



Informações: (82) 9638-9200 / 9914-6020.
Realização: Projeto Nou Jazz.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Contra corte de ponto imposto por Dilma, grevistas do INCRA em São Paulo ocupam RH

Servidores do INCRA posam para foto dentro do setor de RH. Foto: Comando de Greve do Incra (Facebook)
Numa ação contra o corte de ponto imposto pelo Governo Dilma, os grevistas do INCRA em São Paulo ocuparam o setor de recursos humanos do órgão hoje (17/08) pela manhã.
Segundo o servidor da autarquia e diretor do Sindsef-SP, Felipe Atoline, ontem em Brasília o Comando Nacional de Greve se reuniu com o presidente do órgão, Carlos Guedes, e o ministro do desenvolvimento agrário, Pepe Vargas.  Foi garantido que não haverá corte de ponto até que aconteça a reunião com o Ministério do Planejamento, agendada para próxima segunda-feira (20), às 15h. Neste momento, os servidores vão permanecer em assembleia de vigília.
A greve no INCRA atinge 23 estados e o Distrito Federal. Em São Paulo, os trabalhadores aderiram ao movimento no início de julho e continuam mobilizados, realizando atividades variadas, como piquetes, palestras, shows musicais e até arrecadação de livros.

Reforma agrária

A reforma agrária está parada no país, entretanto, não é por conta da greve, mas sim porque, segundo Atoline, “nunca se assentou tão pouco como no Governo Dilma”. E essa não é uma avaliação exclusiva do representante da categoria. É uma conclusão de todos os movimentos campesinos do país. É uma realidade sentida por milhões de trabalhadores rurais sem terra. Segundo informações da Agência Estado, com base em dados do próprio governo (leia-se INCRA), com Dilma, a reforma agrária tem o pior desempenho em 16 anos.
O servidor Helton Ribeiro destacou que esse governo utiliza o marketing de falar em Brasil sem miséria, mas não há como acabar com a miséria “torrando” metade do orçamento da União com o pagamento de juros de uma dívida que não tem fim e beneficiando somente os banqueiros.
“A greve do funcionalismo federal é em defesa do funcionalismo público, sobretudo, os serviços que são prestados ao povo pobre, à classe trabalhadora”, disse.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Servidor na rua. Dilma, a culpa é sua!

Vigília em São Paulo fortalece mobilização nacional em Brasília

Ato Unificado dos Servidores Públicos Federais em São Paulo. Foto: Lara Tapety
São Paulo não poderia ficar de fora da onda de protestos em todo o Brasil como parte da Campanha Salarial Unificada dos Servidores Públicos Federais e contra a política econômica intransigente do Governo Dilma.
Nesta quarta-feira, 15/08, em sintonia com a nova grande marcha em Brasília, que reuniu mais de 7 mil trabalhadores, aconteceu o Ato Unificado paulista em frente ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com a participação de mais de 300 pessoas.
A Rua Francisca Miquelina, no Centro, foi bloqueada para a manifestação, seguida da assembleia dos servidores do Judiciário. Representantes das diversas categorias do serviço público presentes fizeram intervenções ao microfone.
Carlos Daniel Toni. Foto: Lara Tapety
O diretor do Sindsef-SP, Carlos Daniel Toni, fez um paralelo entre o julgamento do mensalão, a política de incentivos às indústrias, o pagamento dos juros e amortizações da dívida pública por parte do Governo Dilma e sua política de arrocho e congelamento salarial do funcionalismo.  “Mesmo que o Supremo Tribunal Federal venha a absolver José Dirceu e a corriola do PT e dos partidos aliados, eles já estão condenados pelos servidores públicos, porque nós sabemos que não houve dinheiro para nós porque eles pagam os juros da dívida pública, porque eles carregam dólares nas cuecas, porque eles instituíram o Funpresp, que vai contratar nos 2 primeiros anos servidores sem concurso público, não há dinheiro para o reajuste porque eles tratam a coisa pública como o mais vil dos interesses particulares”.
Carlos Daniel falou também a notícia de que ontem, 14, Justiça Federal ordenou parar a construção de Belo Monte. Segundo o servidor do IBAMA, para os trabalhadores da área ambiental, mais importante que construir Belo Monte é o patrimônio genético e a identidade cultural dos povos da Amazônia. E finalizou dizendo que os servidores do Ibama se fizeram presentes na atividade, junto aos do MTE, do INCRA, do DNPM, da ex-LBA, de diversas categorias do serviço público federal, porque a solução está na unidade da classe trabalhadora.
A saudação da CSP-Conlutas veio por parte do servidor do Incra, Helton Ribeiro, que reafirmou o apoio da Central na construção do movimento unificado. “Esse movimento demonstrou que o governo errou ao não apostar na nossa disposição para a luta. O governo tentou nos derrotar pelo cansaço e fracassou, porque a cada golpe que dispersa sobre nós a greve se fortalece, amplia-se, recebe novas adesões”. Destacou, ainda, que a greve nacional é em defesa do serviço público, sobretudo, os serviços prestados ao povo pobre. Enquanto servidor do INCRA em greve, Helton compartilhou um dado chocante. Segundo ele, o primeiro ano do Governo Dilma foi o pior ano para a reforma agrária desde o Governo FHC.
Dilma mente dizendo que não há defasagem nos salários dos servidores, porque, segundo o governo, nos dois mandatos de Lula houve concessões com aumento real. Mas, a diretora do Sintrajud, Inês Castro, esclarece que a Constituição Federal não é cumprida e não é garantido o reajuste anual do salário. Desde 2009 o Judiciário Federal luta pelo PCS (Plano de Cargos e Salários). “Nós do judiciário federal já temos uma perda de 40% desde o último reajuste, e nenhum trabalhador deveria ser submetido a isso. Mas infelizmente, isso não é divulgado na mídia, não é colocado para a população”.
O Sindsef-SP, Sintrajud, Sinsprev, Sinagências, Sinsifesabc, Fenasps e a CSP-Conlutas participaram do Ato, que foi encerrado por volta das 16h. Os servidores do Judiciário continuaram na rua bloqueada reunidos em assembleia para definir o rumo da greve da categoria.


Veja o vídeo da explanação de Carlos Daniel durante o protesto: