quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sugestão Cultural: Tributo a Cazuza 2011


 De volta a Maceió o Músico Diogo Oliveira convida a todos para o Tributo a Cazuza 2011, fechando o mês em que se completa 21 anos da morte de um dos maiores ícones do Rock Nacional. O Tributo foi dividido em duas Apresentações, Sexta dia 29 de Julho no Tenda Bar, na Orla do Rio São Francisco em Penedo, Dia 30 Julho Sábado, no Orákulo Chopperia em Maceió, os ingressos estarão disponíveis somente nos locais e custam 10 reais.

 O Show leva o público a um passeio pela obra de Cazuza, no repertório as músicas que foram referência de uma geração, que inspiram diversas bandas do país. Sobem ao palco com Diogo Oliveira os músicos Sidney Santos (guitarra), Fernando Fx2 (bateria), Adriano Sarapó (contrabaixo) e Jaudenir (teclado). O show conta ainda com as participações especiais de Gil e Marcelo Marques (Gato Zarolho).

Em Penedo o Tributo conta com a participação da Banda Tribo Urbana, que faz releituras dos clássicos da década de oitenta. Em Maceió é a vez da Banda Voz Urbana que tem na bagagem as melhores canções da Legião Urbana e DJ discotecando o melhor da década de oitenta.

O Tributo a Cazuza 2011 é uma Produção Cultural de Keka Rabelo, Design Gráfico Rafael Polly e Apoio Cultural de Caranguejo Doido e Orákulo Chopperia.


  
Serviço


Tributo a Cazuza 2011

Diogo Oliveira e Banda + Tribo Urbana

Data: 29/07 (SEX)
Hora: 22 horas
Local: Tenda Bar – Orla do Rio São Francisco – Penedo.

Diogo Oliveira e Banda + Voz Urbana + DJ

Data: 30/07 (SÁB)
Hora: 23 horas
Local: Orákulo Chopperia – Jaraguá – Maceió.

Ingressos 10,00 R$ (a venda no local)


Diogo Oliveira. Foto do Orkut de Keka Rabelo
 
Fonte: Keka Rabelo Produção Cultural

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Diretamente da Itália para Alagoas: Jantar Solidário da Associação Pachamama


A Associação Pachamama, uma ornanização não-governamental da cidade italiana de Torino, que atua em Alagoas em parceria com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), vai realizar um jantar solidário no dia 05 de agosto de 2011, a partir as 20h, no Centro Social Rural da FETAG, localizado na Travessa João Davino, n°330, Mangabeiras, Maceió-AL.
Será um momento de intercâmbio cultural. É uma boa oportunidade de experimentar a comida italiana original e contribuir com a luta do povo do campo por uma vida digna. O jantar será produzido pelos próprios membros da associação "made in italy".

domingo, 24 de julho de 2011

Não vou me adaptar

Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia
Eu não encho mais a casa de alegria
Os anos se passaram enquanto eu dormia
E quem eu queria bem me esquecia

Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar, me adaptar (3x)

Eu não tenho mais a cara que eu tinha
No espelho essa cara já não é minha
É que quando eu me toquei achei tão estranho
A minha barba estava deste tamanho

Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar, me adaptar
Não vou me adaptar!
Me adaptar!



Arnaldo Antunes

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Governo do PT é o maior responsável pela corrupção no DNIT


A crise que derrubou toda a alta cúpula do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), incluindo do Ministério dos Transportes, sob acusação de corrupção, está acirrando a mobilização dos servidores do órgão. Nesta última quarta-feira, 13, aconteceu uma paralisação nacional, desencadeada pela falta de habilidade ou de vontade política do Governo Dilma/PT em readequar os cargos.

“Papagaio come milho, periquito leva a fama”, disse uma trabalhadora inconformada com a situação durante a manifestação no Rio de Janeiro.

O ditado popular resume o sentimento dos servidores do órgão. Oseas Falcão, do DNIT em Alagoas, explicou que os colegas estão insatisfeitos com as notícias veiculadas pela imprensa e se sentem esnobados.  “O problema é que toda a direção é colocada pelos políticos”, disse. O presidente regional da ASDNER (Associação dos Servidores Federais em Transportes), José Gomes de Oliveira, e o coordenador geral do SINTSEP/AL (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal em Alagoas), Gerson Hortêncio, concordam.
Para Gerson, em consenso com a reivindicação nacional, a luta deve ser pelo fim do cargo comissionado, ou seja, aquele ocupado por alguém que não é servidor do órgão. Para o sindicato, esse tipo de cargo serve como barganha política nos processos eleitorais. Mas para as repartições, raramente são positivos. Ele cita como um raro exemplo a parceria do SINTSEP com o superintendente da FUNASA, Roosevelt Patriota, que é um servidor público do DNIT e, apesar de comissionado, tem se destacado no controle da Fundação.
Na opinião do coordenador geral do sindicato, o Governo Dilma é um dos responsáveis pela corrupção do DNIT, porque é o primeiro dar mau exemplo e manter os cargos por indicação política. O SINTSEP defende a nomeação dos servidores de carreira.

SEM LOROTA! Vale lembrar que em 1998 o Governo do PT, através do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve a oportunidade de acabar com a mamata de cargos em comissão. No entanto, a Emenda Constitucional nº19/98 garantiu os cargos em comissao a servidores e pessoas não concursadas à necessária previsão legal, restrita às funções de direção, chefia e assessoramento. Os petistas só diminuiram a "distribuição aleatória de cargos com atribuições de menor importância, porém não foi suficiente (nem seria de qualquer outra forma) para dirimir o nepotismo e o clientelismo nas instituições do Poder Público" (Conceição Jorge Pinto).

A preocupação do presidente da ASDNER é que servidores inocentes sejam penalizados pela corrupção que vem de cima para baixo. “O problema dali é indicação política. É o seguinte: colocam uma pessoa que não tem vínculo nenhum com o órgão. Às vezes o indivíduo está dirigindo um órgão que não tem competência para aquilo. Ele pode ter até competência em administração pública, mas, repare bem, não é possível que não tenha ninguém do órgão, concursado, que possa fazer aquilo”, refletiu Gomes de Oliveira, ressaltando que não generaliza.
Quando questionado o motivo pelo qual os servidores se calavam diante da situação, Gomes esclarece que mesmo o servidor concursado tem medo. Medo de sofrer retaliações como ser transferido para outra cidade ou Estado, de não receber gratificações e outras formas de punição obscuras no serviço público.

SEM LOROTA! A verdade é que a gangue do PT conseguiu, além de cooptar as Centrais Sindicais e muitos sindicatos - através de propinas com pseudônimos, a exemplo do imposto sindical -, comprar as lideranças e todos trabalhadores que se manifestam contrários à sua política – por meio de cargos e gratificações. Muitos não-corruptos se calaram temendo perder cargo de chefia e gratificações. Inclusive, lideranças sindicais, que foram promovidas, passando a receber seu salário em dobro e ficar de mãos atadas. Ao invés de receber R$4 mil, o indivíduo recebe R$8. Todo mundo de rabo preso, todo mundo “pianinho”. A tática do Governo está funcionando. E, quando o “carguismo” não é suficiente, dá-lhe dinheiro na cueca/calcinha mesmo.

A nível nacional, nas paralisações, os sindicalistas criticam a intenção da presidenta Dilma de nomear o senador Blairo Maggi (PR-MT) e de manter o diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot, de férias, ciente que ele é o principal alvo das denúncias. No entanto, o Palácio do Planalto já informou que Pagot será exonerado assim que retornar.

SEM LOROTA! Óbvio que o vigarista vai ser exonerado. Literalmente, trocando seis por meia dúzia.  Tira Pagot do PR para colocar Maggi do PR! Uma coisa eu garanto: E Luiz Antônio Pagot, para onde vai? Para a cadeia é que não vai.

Em Brasília, os representantes dos servidores se reuniram em frente ao Congresso e fizeram uma caminhada até o Ministério do Planejamento. Lá, o alagoano Oseas participou de uma reunião na Câmara dos Deputados, onde os servidores cobraram a reestruturação do órgão e a realização de concurso público. De acordo com o trabalhador, não há gente suficiente para executar a grande quantidade de obras. “A quantidade de obras que temos atualmente durante um mês era feita em um ano: cerca de um bilhão de obras. Desde a década de 1980 não é realizado concurso público”, afirmou o servidor.
Segundo informações da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (CONDSEF), no ato na capital federal os manifestantes também criticaram a falta de recursos materiais para atender as crescentes demandas de trabalho e a falta de estrutura nas unidades locais em todo território brasileiro. Eles dizem que não aguentam mais carregar o fantasma da corrupção e ver o Governo tapar os olhos e trocar seis por meia dúzia em suas indicações políticas. “Não dá mais para deixar o órgão refém do balcão de negócios, ou seja, nas mãos de quem não tem compromisso em conduzi-lo, disse Josemilton Costa, secretário geral da Condsef.

SEM LOROTA! O detalhe é que a CONDSEF é filiada à CUT/PT, total apoio à Dilma.

A categoria está com indicativo de greve geral para agosto, tendo em vista que o Governo recuou no processo de negociação e não tem atendido o pleito dos trabalhadores.

SEM LOROTA! Antes disso, as lideranças vão se reunir com o Governo e negociar quanto vale o silêncio. O próximo capítulo da novela você vê na Globo.


Por Lara Tapety, com informações da CONDSEF e do SINTSEP/AL

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Consequência do fato: Funcionária de farmácia é morta durante assalto


Engarrafamento na Av. Fernandes Lima, por volta das 16h. Fotos: Lara Tapety - Mobile

Engarrafamento na Av. Fernandes Lima, por volta das 16h.

Engarrafamento na Av. Fernandes Lima, por volta das 16h.
Passei 2 horas no trânsito da Bomba do Gonzaga, no Tabuleiro dos Martins, até a passarela do CEPA, no Farol. Resultado: desisti de chegar ao meu destino, perdi uma tarde de trabalho e R$4,20 de passagem.


O fato:

Funcionária de farmácia é morta durante assalto

14:12 - 14/07/2011
Uma pessoa foi morta durante um assalto à Farmácia Pague Menos da avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol. O crime aconteceu no início da tarde desta quinta-feira (14) e, segundo a Polícia Militar (PM), foi praticado por três homens armados.
A vítima foi a operadora de caixa do estabelecimento, Nadian Alves de Freitas, 31 anos. A funcionária foi atingida com um tiro na cabeça. De acordo com o relato de testemunhas, os assaltantes estavam em um veículo Corola de cor prata, mas a placa não foi anotada.
Segundo policias do 4º Batalhão, os homens entraram na farmácia e roubaram apenas pertences de alguns clientes. O tiro contra Nadian teria sido deflagrado depois que um homem atirou para o alto, levando os assaltantes a revidarem.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, porém, já encontrou Nadian Alves Freitas sem vida. A farmácia foi fechada, mas as marcas de sangue ficaram espalhadas por todo lugar.
O trânsito ficou lento na Avenida Fernandes Lima, no sentido Farol-Centro. O automóvel foi abandonado no Mercado da Produção e segundo a PM a placa NQA-5354/PB é fria. Um funcionário da farmácia, identificado apenas como Erikson, disse que o "clima é de medo e impotência, já que a insegurança em Maceió é grande".

A vítima
De acordo com um tio da vítima, que preferiu não ser identificado, ela residia no bairro Benedito Bentes e estava trabalhando pela primeira vez. "Era o primeiro emprego dela. Nadian estava muito feliz, mas infelizmente morreu de forma tão trágica", frisou.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Nota pública do MST em Alagoas

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) vem a público esclarecer a situação do Assentamento Oziel Alves (Maragogi-AL), abordado pelo jornal Gazeta de Alagoas, das Organizações Arnon de Mello, em matéria de 12 de julho de 2011 intitulada "Trabalhadores rurais denunciam MST".

1. A metodologia que utilizamos para a construção das casas nos assentamentos é baseada na horizontalidade de decisões e na auto-gestão dos assentados, o que cria independência em relação às construtoras para a consolidação da Habitação Rural de qualidade como um direito das famílias. Toda nossa metodologia está em conformidade com as normativas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para disponibilização de recursos, mas há aqueles que defendam a destinação dos recursos diretamente em mãos, contrariando as normas do Instituto;
2. Historicamente, nos posicionamos contra o regime presidencialista para a condução das entidades ligadas à Reforma Agrária, modelo que facilita a cooptação e os desvios de figuras para interesses escusos à política agrária. Embora alguns insistam em implantar este modelo (como figuras no assentamento em questão), atestamos a falha da experiência presidencialista em outros assentamentos na própria região de Maragogi. Ao invés disso, sempre propomos o colegiado como forma de horizontalizar o poder e a representação nas entidades dos assentamentos;
3. Prezamos pela lisura na aplicação dos recursos oriundos das políticas de crédito destinado à Reforma Agrária, desde os fomentos iniciais. Prova disto, é o sucesso na construção das casas do referido assentamento, com prestação pública de contas. Para atestar a idoneidade deste processo, basta visitar o Assentamento Oziel Alves e ver o modelo de habitação rural de qualidade (com 84m² e cerâmica) construída com um aporte de R$ 15 mil, cada.
4. Sempre fomos os primeiros a denunciar ao Incra situações de corrupção nos assentamentos e incompatibilidade de indivíduos que não se enquadrem na política de assentamentos na Reforma Agrária. É o caso da Agente Penitenciária conhecida como Val, que, impossibilitada de ser beneficiária da Reforma Agrária por ser funcionária pública, tem insistido na manobra de ser assentada em nome de seu filho David Ferreira da Silva Rodrigues no Assentamento Oziel Alves. O caso está relatado em ofício emitido pelo MST ao Incra em junho de 2011.
5. Lamentamos mais esta tentativa de deslegitimar a Reforma Agrária em Alagoas, o que fortalece o processo de desgaste que a política vem passando desde o início do ano com a repercussão de denúncias correlatas.



Outras informações:
82 9916 854782 8725 8333 Rafael Soriano
Assessor - MST/AL

sábado, 2 de julho de 2011

Letícia Sabatella e Camila Pitanga, representando MHuD, manifestam apoio à CPT e João Batista

Vídeo do MHuD (Movimento Humanos Direitos), onde as atrizes Letícia Sabatella e Camila Pitanga manifestam apoio à Comissão Pastoral da Terra e seu advogado José Batista Afonso.

José Batista foi condenado no dia 20 de junho à 1 ano e 11 meses de prisão pela ocupação do Incra de Marabá, no Estado do Pará, em 1999. Na época, Batista ainda não era advogado, mas já prestava assessoria aos movimentos sociais. Ele foi tentar ajudar na mediação das negociações entre o grupo de trabalhadores e o Incra.
 O advogado, que antes havia sido condenado a dois anos e cinco meses de prisão, vai responder o período de 1 ano e 11 meses em “liberdade”.  Aspas porque, apesar de não estar entre as grades, a condenação não deixa de ser um ataque aos direitos humanos e sociais.
Em matéria publicada no site da CPT, José Batista afirmou que essa decisão foi importante porque lhe garantiu o direito à liberdade, que lhe possibilita continuar militando em favor das minorias.