quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Deputado defende exploração do trabalho infantil

Durante o seu programa policialesco o apresentador Jéferson Morais defendeu a exploração do trabalho infantil. Foi na edição de segunda-feira, 24/1, após a exibição de matéria sobre a exploração de crianças na Praia do Francês que fica à 25km de Maceió.
A reportagem comentada pelo âncora do “Fique Alerta” teve origem nas denúncias do Juiz do Trabalho de São Paulo, José Roberto Dantas Olival, que estava passando férias em Alagoas. O magistrado procurou o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente de Marechal Deodoro para cobrar providências contra a exploração do trabalho infantil na região. Ato que Morais classificou como “demagógico”. Após exibir a matéria, o apresentador desdenhou, inclusive, “eu não vi tanta exploração no que esse juiz denunciou”.
O que mais chamou atenção no episódio foi que Jeferson Morais disse na “cabeça” da matéria (o comentário antes da exibição da reportagem) “nós vamos falar agora de UM MAL que está bem a nossa frente, o trabalho infantil nas nossas praias”. Em seguida, arrematou que se tratava de “menores vendendo produtos com a CONIVÊNCIA dos pais e até de empresas”. Entretanto, ao retomar à sequência do programa, o apresentador passou a defender ardorosamente o direito dos pais de explorar os filhos. Indagando o seu telespectador, Morais perguntou: “melhor ai ou no semáforo pedindo esmolas? Melhor ai ou usando drogas? Melhor ai ou assaltando?” Defendia o repórter aquilo que ele classificou inicialmente de “um mal” e que a reportagem constatou como um “duro trabalho de várias horas” e “ilegal” por se tratar da contratação de menores por empresas da região.
Mas, o pior ainda estava por vir. Na edição do programa do dia seguinte, 25/1, o apresentador retomou o assunto para comentar mensagens de voz de telespectadores que defendiam o trabalho dos menores. Agora, Morais insinuava que a denúncia do Juiz do Trabalho era coisa de gente “hipócrita” e que “procurava holofotes para aparecer”. Aos que defendiam a atitude do magistrado, o âncora também mandou um recado: “vão arrumar um lavado de roupas”.
Não se pode esquecer que Jeferson Morais é deputado estadual por Alagoas. E o político que deveria lutar por políticas públicas em favor dos que o elegeram, passou a atacar os direitos humanos (dentre os quais está a defesa do direito à infância). Aliás, as alegações do nobre deputado em defesa do trabalho de menores chegou ao nível do constrangedor. Para ele a exploração se justificaria pela ausência do Estado que “não dá alternativa de lazer, de esportes” para os menores. Perguntava o legislador, eleito para fazer projetos e cobrar ações em favor do povo: “existe algum programa de lazer e esportes do governo do estado ou do governo federal? Claro que não existe”. Irônicamente o parlamentar (travestido de apresentador) disse que não sabia o porquê do Juiz ter ficado “estarrecido” com o que viu. “Provavelmente, porque ele não deve morar no Brasil. Acho que ele mora no Vaticano”.
O Deputado que mostrou desconhecimento da própria Lei ao afirmar que não sabia se em casos de exploração de menores pela própria família caberia punição, desgraçadamente ignora outros dados relacionados à questão. Estudos dos mais diversos demonstram claramente a relação direta entre distribuição de renda e educação. Segundo o Presidente do IPEA, o Economista Márcio Ponchaman, enquanto os filhos da pobreza mal conseguem concluir o primeiro grau, os filhos dos ricos ficam em média 12 anos na escola. Um número comparado ao da Noruega, país em primeiro lugar no mundo em desenvolvimento humano e no qual se estuda 12,6 anos em média. Aliás, justiça seja feita, Jerferson Morais defendeu a permanência das crianças na escola. O trabalho? “Apenas no fim-de-semana”. Ah, tá! Depois de uma semana de pouca dedicação aos estudos, mal alimentado e sem opções de lazer (como recohheceu o próprio Morais), “não tem problema” que uma criança dedique todo o seu fim-de-semana ao trabalho em lugar do descanso e do direito de ser criança como os meus filhos e os dele.

Não é mais Natal!

*Cláudia Muniz do Amaral

Há pouco tempo era Natal, a solidariedade e a fraternidade eram as palavras repetidas e a meta de todos os compromissos assumidos. O Natal é, talvez, a festa mais importante para os cristãos, pelo seu significado, o momento em que o verbo se fez carne e Jesus veio ao mundo para nos salvar e anunciar a boa nova.

A construção de um mundo melhor passa necessariamente por uma mudança do ser humano, pela valorização de princípios como fraternidade e solidariedade, que ultrapassam a normatividade de um Estado de Direito, princípios que o Direito não registra porque o antecede.

Os valores como ética, lealdade, honestidade precisam ser resgatados com urgência porque a nossa sociedade está fadada ao fracasso, não porque o sistema capitalista demonstra a sua incapacidade de atender aos anseios de todos, mas porque nenhum sistema se firmará com um ser humano corrompido e egoísta.

Assiste-se com profunda tristeza os acontecimentos no Rio de Janeiro e em São Paulo e, nestes momentos, como aconteceu aqui em Alagoas, não faltam corações abertos, demonstrações inequívocas de solidariedade. Entretanto, lamentavelmente, constatamos estarrecidos a ausência de planejamento do Poder Público e com muita dor vemos os desvios a céu aberto e os oportunistas de plantão que estão sempre prontos a tirar proveito da miséria humana.

No tempo em que o Brasil chora pelo sofrimento dos nossos irmãos do Sudeste, e de mãos dadas demonstra todo tipo de solidariedade, fecha-se os olhos para os irmãos “sem terra”, que são despejados como água das terras que cultivaram por anos a fio, criaram animais e enraizaram vidas, em nome de Justiça. Que Justiça é essa? Aprendi, desde cedo nos bancos da faculdade que a Justiça é cega, mas por muitas vezes, desconfia-se que seja caolha.

Em nome da legalidade, se coloca na marginalidade irmãos, se engrossa a fileira de desabrigados, analfabetos e doentes. Este é um trabalho incansável do Estado para a manutenção dos nossos “altos índices” de IDH, mas poucos preocupam-se com isso, afinal não é mais Natal.

Não se faz mais necessário lembrar o mandamento “Amai ao próximo como a ti mesmo”, não há que se cumprir o primeiro artigo da Lei Maior, o compromisso com cidadania, dignidade da pessoa humana são normas sem eficácia, feitas para não serem cumpridas. Letra morta na Constituição! Legalidade é a interpretação literal de cada dispositivo e nada mais importa, ainda que estejamos construindo um mundo de miseráveis e colocando o nosso tijolinho de cada dia para o aumento da criminalidade, contanto que nos sobre dinheiro para comprarmos as nossas grades.


* É Procuradora de Estado, Vice-Presidente do Conselho de Segurança do Estado de Alagoas e Coordenadora do Curso de Direito da SEUNE

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Imagens do acampamento Bota Velha 20.01.2011


Barricada para dificultar acesso da polícia ao acampamento

Família de acampados em Bota Velha

Casa de farinha do acampamento construída com recursos dos trabalhadores

Camponês preparando farinha

Capelinha do acampamento Bota Velha

Escola itinerante de Bota Velha, onde três turmas assistem aulas

Escola do acampamento Bota Velha

Nena,  trabalhadora rural, esposa do coordenador da área. 

Seu Vandeci e Nena

Sem-terrinha soltando milho

Crianças brincando em Bota Velha

Casa  de taipa no acampamento, com energia elétrica

Fotos: Lara Tapety


ATENÇÃO: Direito Autoral é lei. Em caso de dúvida, acesse: http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L9610.htm



Nota de esclarecimento da CPT

Maceió-AL, 21 de janeiro de 2011.


 
 A Comissão Pastoral da Terra de Alagoas (CPT-AL) vem por meio desta nota, esclarecer a sociedade alagoana e os veículos de comunicação sobre os últimos acontecimentos relacionados ao Acampamento Bota Velha localizado no município de Murici, zona da mata alagoana, e que tem 102 famílias camponesas acompanhadas.

O Acampamento existe há nove anos, as famílias que fixaram nas terras improdutivas arrendadas à Usina Santa Clotilde possuem uma boa produção agroecológica (hortaliças, macaxeira, inhame, abóbora, melancia, feijão, etc) e uma pequena criação de animais (galinhas, ovelhas, patos). No local, existe energia elétrica, as casas são de taipa com telhas e algumas de alvenaria; foi instalada uma casa de farinha, com recursos dos próprios camponeses, e juntos conseguem produzir cerca de 500kg de farinha por semana que é comercializado nas feiras livres dos municípios vizinhos.

O Juiz da Vara Agrária, Ayrton Tenório, determinou para o dia 20 de janeiro a reintegração de posse deste imóvel rural, porém, as 102 famílias não têm para onde ir e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra-AL) não tem uma outra área na região que possa ser apresentada e transformada em assentamento. Após uma reunião na tarde de ontem, foi determinado que as famílias deixem o local nos próximos 30 dias, mas, a luta continuará!

A CPT avalia que a mobilização das famílias camponesas foi importante e também comoveu a sociedade civil. Contamos com o envolvimento dos movimentos rurais, inclusive, com a presença do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST) no local do conflito agrário com a Polícia Militar; além disso, recebemos a solidariedade de intelectuais, professores universitários e também de profissionais de diversos setores e instituições internacionais que apóiam a reforma agrária no Brasil. Companheiros da Itália, Canadá, Alemanha e Suíça encaminharam cartas às autoridades brasileiras para que repensassem a determinação judicial e respeitasse a luta das famílias que só querem um pedaço de chão para plantar e sobreviver.

Gostaríamos ainda de agradecer aos veículos de comunicação pela divulgação e visibilidade que deram ao caso. A CPT irá se empenhar ainda mais e se articular para que as famílias permaneçam no acampamento e tenham uma vida digna no campo; para que não aumentem, ainda mais, a lista de famílias desassistidas pelo Estado; para que não sejam vítimas do êxodo rural, exploração e sofrimento.

A CPT é uma pastoral social vinculada à Igreja Católica, que existe há 26 anos no Estado de Alagoas, é uma instituição comprometida com as famílias camponesas e atualmente acompanha 28 acampamentos e 18 assentamentos da reforma agrária. Busca defender seus direitos para se fixarem na terra, produzindo alimentos agroecológicos e o acesso à água potável, saúde, educação e cidadania.


Atenciosamente,



Coordenação da Comissão Pastoral da Terra

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Reintegração de posse destrói sonhos de 100 famílias em Murici

Acampamento Bota Velha

Hoje, 19 de janeiro de 2011, um dia antes da data prevista para a reintegração de posse do acampamento Bota Velha, em Murici, foi publicada uma reportagem onde a manchete foi supostamente uma afirmação da CPT: “O sangue vai dar na canela”.  Porém, tal frase jamais sairia de um organismo cristão.
            De acordo com os representantes da CPT em Alagoas, em nenhum momento a entidade previu um clima hostil em uma reintegração de posse, muito pelo contrário, sempre prezou pela paz. Jailson Tenório, coordenador da zona da mata, ressalta que somente neste mês de janeiro já houve quatro reintegrações e em nenhuma houve conflito.
O caso de Bota Velha é destacado porque as famílias acamparam muitos anos antes de a Usina Santa Clotilde arrendar esta fazenda, o que só aconteceu em 2006, e durante todo este tempo o acampamento se manteve produzindo. Apenas em 2010 a Usina resolveu entrar com a reintegração de posse que está marcada para amanhã (20/01).
Os trabalhadores rurais do acampamento mencionado estão há 9 anos produzindo alimentos, morando, criando e educando seus filhos e filhas. São mais de 100 famílias que hoje vivem momentos dramáticos, pois toda a vida do acampamento está estruturada, com vários hectares de terras plantados; energia elétrica nas casas de taipa (não mais barracos de lona), muitas cobertas com telha, assim como a casa de farinha; duas sedes, com 3 turmas de escola funcionando, as quais foram alvo de reportagem da Gazeta de Alagoas em meados de dezembro de 2010.
            A notícia da reintegração de posse chegou como mais uma tempestade no município devastado pelas enchentes do inverno passado, o qual recebeu a solidariedade do acampamento, através da distribuição dos alimentos lá produzidos para saciar a fome dos desabrigados. Em termos cristãos, Bota Velha repartiu do pão e agora está entregue a própria sorte.

Acampado trabalhando na Casa de Farinha de Bota Velha

Entrada do acampamento Bota Velha, em Murici

Casa de Farinha

Mais informações: (82) 9127-2364 / (82) 9127-2364  / (82) 9127-5773 / (82) 9341-4025
           
Comissão Pastoral da Terra – Alagoas
Lara Tapety – Relações Públicas – (82) 9305-6290
Setor de Documentação e Comunicação - (82) 3221-8600

Também no twitter: @cptalagoas

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O pão que o Estado amassou

*Carlos Lima


O ano de 2011 para as famílias acampadas começou de forma impactante. Não passou nem o primeiro mês do ano o Juiz Agrário, Airton Tenório, e o Governo de Alagoas – no segundo mandato de Teotônio Vilela, com um giro ainda mais à direita –  estão com disposição de leão.
Eles Já desalojaram 123 famílias, destruindo moradias e alimentos, num Estado de esfomeados. Já foram destruídos, somente em janeiro, 63 hectares de alimentos nos acampamentos acompanhados pela Pastoral da Terra (em Messias, nos acampamentos Pachamama: 40 famílias e 05 hectares de alimentos destruídos; Baixa funda: 26 famílias e 10 hectares de alimentos; Flor do Bosque 2: 18 famílias e 33 hectares destruídos e; Gitirana: 39 famílias e 15 hectares de alimentos destruídos). No caso do acampamento Gitirana, este merece um comentário a parte. Em visita ao imóvel, o juiz disse a este coordenador e aos acampados que área era improdutiva e ele não daria reintegração de posse, mas concedeu.
A Vara Agrária e governo estão utilizando a estratégia de promover tamanha violência no inicio do ano, que enquanto ainda reina o clima de comemorações ou férias, as reintegrações estão acontecendo numa velocidade assustadora (quem dera a reforma agrária caminhasse no mesmo ritmo), numa clara intenção de passar o rolo compressor sem que haja qualquer tipo de reação da sociedade.
Na próxima quinta, 20 de janeiro, está agendada a reintegração de posse da fazenda Bota Velha, em Murici, cidade arrasada pelas chuvas que caíram em junho de 2010, na qual centenas de famílias estão desabrigadas, 489 morando de forma indigna em barracas, esquecidas pelo poder publico.  Na tragédia de junho os acampamentos e assentamentos da região doaram muitos alimentos aos atingidos. O Estado, que ainda não construiu uma casa sequer para as vitimas das enchentes, pretende ampliar para 589 o número de barracas.
Numa reintegração como a do acampamento Bota Velha – onde as 100 famílias estão há 9 anos produzindo alimentos e construindo vida em comunidade, com escola,  capela, catequese e energia – não se trata apenas de um despejo, mas de colocar uma “pá de cal” na vida de muita gente. Gente jovem, gente idosa, gente criança, seres humanos, filhos desta pátria, que enxergam na reforma agrária a possibilidade de voltar a viver, de construir futuros, de buscar horizontes.
As “outoridades” que vão empurrar essas famílias para as periferias de Murici e Maceió, entregando-as como reféns do tráfico e da marginalização, decidem a vida das pessoas, a partir dos seus mundos, de suas castas, com salários robustos, dos seus compromissos de classe.
Caso o despejo da Bota Velha seja concretizado, vamos chegar à soma de 223 famílias despejadas e 95 hectares de alimentos destruídos. Considerando que o despejo pode acontecer no dia 20 de janeiro, vamos ter uma média de 11,15 famílias desalojadas por dia e 4,75 hectares de alimentos destruídos por dia. Fica difícil não fazer uma relação direta com 56% da população consideradas pelo senso do IBGE como extremamente pobres.
A vida, a dignidade da pessoa humana deve prevalecer diante de injustiças centenárias. O Estado criado para regular a sociedade não deve continuar apoiando as mesmas elites escravocratas de sempre, tem que incluir as famílias e garantir terra, moradia e renda. Do contrário, estamos próximos da barbárie.

*Coordenador da Comissão Pastoral da Terra em Alagoas (CPT/AL) e formado em história pela UFAL 

Revisão e edição: Lara Tapety 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Workshop aborda técnicas para viver melhor

 Evento vai acontecer num paraíso à beira mar
Por Lara Tapety
           
Para quem está em busca de viver melhor, uma boa opção é conhecer as técnicas de meditação ativa e terapias corporais. Elas ajudam as pessoas a se autoconhecer e, deste modo, conquistar uma vida realizada.
Após aproximadamente 10 anos dedicada a desenvolver técnicas de meditação e autoconhecimento fora do país, a arquiteta Josevita Tapety retorna a Alagoas com a proposta de compartilhar sua experiência. Para tanto, vai promover uma palestra e o workshop “A arte de viver no agora”, ministrados pelo terapeuta Shakyamuni Swami.
Enquanto arquiteta, Josevita destaca a importância da categoria lidar com a melhoria da qualidade de vida e, para ela, as terapias corporais e meditações ativas fazem parte deste processo ao passo que ajudam as pessoas a lidar melhor com as emoções.
O workshop “A arte de viver no agora” conta com técnicas terapêuticas corporais que servem como uma ponte a meditação e, esta passa a fazer parte das mais diferentes e simples ações do dia-a-dia, como cozinhar, dirigir e realizar qualquer tarefa com mais presença e graça corporal. Os participantes gradualmente experimentam um estado de prazer e criatividade através de métodos dinâmicos que envolvem a respiração, movimentos conscientes e desbloqueio emocional, como a Bioenergética e o Renascimento.
O terapeuta afirma que na medida em que as pessoas se aprofundam na meditação, vão reconhecendo o sistema social e passam a fazer suas escolhas. “Tomamos posse do nosso poder e passamos a confiar em nosso potencial criativo para usufruirmos da organização social e não mais continuarmos escravos de seus interesses, o filme ‘Matrix’ retrata com maestria esta questão”, diz o seguidor do mestre indiano Osho. 
Ainda segundo Shakyamuni, “a idéia é se voltar pra dentro de si mesmo, tendo o corpo como ponto de partida. Valorizar as questões simples da vida. Conectar com o silêncio e a paz interior reconhecendo que somos uma unidade de amor com a existência, passando a celebrar e interagir com os outros com mais afeto e compaixão”.
Como resultado, o público passa a perceber e resgatar no corpo uma percepção e sensação de bem-estar consigo mesmo. Toda energia que constantemente se ocupa de pensamentos e preocupações, move-se em direção aos sentidos e as pessoas passam a intensificar a importância de se viver o momento presente. As lamentações sobre o passado e os desejos projetados no futuro, dão espaço ao prazer de se viver com plenitude no “aqui e agora”.
O evento vai acontecer de 09 a 13 de fevereiro de 2011, na Pousada Barra Velha, praia de Peroba, a 13km da cidade de Maragogi e a 500 metros da ponte que separa Alagoas e Pernambuco.

*Jornalista, bacharel em comunicação social, com habilitação em relações públicas.

O TERAPEUTA SHAKYAMUNI

            Shakyamuni (Sannyas, em sânscrito, significa iniciação) recebeu este nome quando foi iniciado na Mistery School da India, aos 21 anos. Lá, ele passou 3 anos e formou-se em Terapias corporais neo-reichianas, renascimeto e tantra.  Há 25 anos envolvido em processos de auto-conhecimento e meditação, Shakyamuni é produtor de renomados terapeutas nacionais e internacionais em várias capitais do Brasil. Foi por 10 anos editor do Guia Holístico de Brasília - Lotus. Atualmente reside em Porto Alegre e viaja pelo Brasil dando palestras, sessões individuais e workshops de meditação e terapias corporais.
           
SERVIÇO
WORKSHOP “A ARTE DE VIVER NO AGORA”
Palestrante: Shakyamuni Swami
Organização: YBY Produções
Onde e quando: Pousada Barra Velha – Maragogi/AL, 9 a 13 de fevereiro de 2011.
Informações: (82) 9112-4484 / 9305-6290 / 9672-8660 / (89) 9981-1658
www.shakyamuni.net.br / www.pousadabarravelha.com.br